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Emprego

06.05.13

Sempre se disse que a realização de um Homem se consumava ao plantar uma árvore, escrever um livro e fazer um filho.

(escrevi homem com letra grande, o que significa que também podia ter escrito Mulher!...)

 

É, no entanto, no trabalho, ao ter trabalho, ao fazer trabalho, que o Homem se dignifica, se honra.

Ora, para ter trabalho é preciso que haja emprego.

 

A falta de emprego é, hoje, o drama de Portugal.

 

Choca, que dois altos responsáveis políticos, o primeiro-ministro Passos Coelho e o ministro Paulo Portas, falem ao país, na sexta-feira e ontem, respectivamente, e nada digam no que se refere ao emprego. Nada.

 

É que o Homem sem emprego, talvez não possa, talvez não consiga, plantar a árvore, escrever o livro, fazer o filho.

Nem pagar impostos.

 

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 6 de Maio de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

 

 

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publicado às 23:26

A solidariedade, a ajuda aos outros, a caridade digna, são causas ás quais os Portugueses respondem afirmativamente quando instados para tal.

Apesar de assim ser, e ainda bem, importa não alimentar ilusões.

O verdadeiro Banco Alimentar contra a fome não é aquele em que despejamos o nosso «kg» de caridade e consciência aliviada.

O verdadeiro Banco Alimentar contra fome é a criação de Empresas, a geração de Emprego, a oferta de trabalho.

Sem Empresas, sem Emprego, sem Trabalho, não há Banco Alimentar contra a fome... que a mate!

 

(Opinião editada em ca$h resto z€ro/Rádio, segunda-feira, 10 de Dezembro de 2012, 18:30, em rádio boa nova 100.2 fm e radioboanova.com)

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publicado às 17:35

Greve, não!

19.11.12

Todos temos o direito à indignação, a contestar, a lutar pelos nossos direitos, a clamar pela esperança em dias melhores.

Sim, temos.

Mas a solução não passa por deixar de trabalhar, por fazer greve ao trabalho.

E não vale dourar os argumentos com frases tipo «é uma greve ibérica» ou «somos muitos»! Não é por isso que a greve não deixa de ser «não trabalhar» e...podem ser muitos, mas são quase sempre os mesmos: quase todos da função pública, poucos do lado dos privados.

Sem trabalho é mais dificil chegar à solução.

Para lá chegar há um caminho que temos que percorrer. Fazer greve é deixar de caminhar.

 

(resumo da opinião editada em ca$h resto z€ro/Rádio, segunda-feira, 19 de Novembro, 18:30 - rádio boa nova fm 100.2/radioboanova.com)

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publicado às 18:55


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