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11 de Dezembro de 2014

 

manoeldeoliveira.jpg

"Ninguém se julgue novo de mais para não estar morto amanhã! E ninguém é velho de mais para não poder durar mais um ano!”

Jorge Luís Borges

 

Haverá alguém com coragem para fazer o filme do cinema português sem fazer referência a Manoel de Oliveira?

É avisado que não haja!

Obrigado Senhor Manoel de Oliveira e...

Até pró ano.

 

 

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publicado às 09:19

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Por estes dias, a palavra Independência parece uma coisa distante, vaga e até fora de tempo.

Percebe-se.

Se Portugal fosse Independente, do lado das finanças, não tinha governo. Nem conserto. 

Um país, para ser Independente, precisa de ter dinheiro. E Portugal não tem.

Hoje, pela 1ª vez, não foi feriado!

Percebe-se.

1 de Dezembro de 1640: a restauração da Independência. A última, caducou.

Falta a nova data da nova restauração da Independência.

E se um dia for dia, a partir desse dia, esse dia, deve passar a ser feriado.

 

 

 

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publicado às 22:38

Escrito e publicado, com fotografia, nome e endereço de email.

Escrito e publicado num país que parece anestesiado.

Nada acontece. Nada.

Dois jornalistas, no Expresso, escreveram o que segue.

Aqui se guarda (e partilha) em post. Até um dia. 

«A banca em Portugal é um cesto de vergonha, onde imperou a má gestão, a aldrabice e o crime.

Os casos não são todos iguais, mas quando olhamos para o resultados vemos que seis bancos(1) portugueses faliram ou estiveram lá perto nos últimos anos. BCP, BPP, BPN, Banif, CGD e BES ou desapareceram ou precisaram que o Estado injetasse quantias consideráveis de dinheiro para os salvar. Os bancos na sua globalidade foram obrigados a registar imparidades de quase €30 mil milhões nos últimos anos. Só o estado tem um histórico pior em termos de destruição de valor. No entanto, os gestores responsáveis continuam por aí, como se nada fosse.

A análise pode ser simplista e até injusta para alguns bancos, mas não deixa de ser verdadeira. A banca portuguesa é, regra geral, de má qualidade. Não é por acaso que o único banco privado que consegue ganhar consecutivamente dinheiro no mercado nacional é espanhol: o Santander. Todos os outros só lucram devido às actividades que têm no exterior.» (1) o autor não mencionou o BPI.

João Vieira Pereira, Expresso Economia, 1 de Novembro de 2014

 

«...antes de tudo, acima de tudo e depois de tudo há um colapso gerado por pessoas com nome e que tem uma esquadria criminal, com palavras como fraude e burla escritas.»

Pedro Santos Guerreiro, Expresso, 15 de Novembro de 2014 

 

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publicado às 17:39

Já se vê o fim.

O Verão está a chegar ao fim.

E quase que chegava ao fim sem uma daquelas modas "silly" e inofensivas que num instante viral tocam a todos.

balde gelado foi a moda deste verão super fresco de 2014. Tudo certo.

E se cada balde gelado tivesse uma etiqueta, uma "label", como se diz no marketing?

Seguem-se sugestões para etiquetas- uma etiqueta um balde gelado.

 

- Já existem mais cães do que crianças nas famílias portuguesas.

- Portugal perdoou 3,3 mil milhões a Angola.

- Marinho e Pinto: vai abandonar o PE dentro de um ano; vai receber o vencimento que considera «vergonhoso» por ser pobre e precisar de dinheiro; abandonou o MPT e vai formar um partido novo; não entregou no prazo legal a declaração de rendimentos ao Tribunal Constitucional.

- Eduardo Gageiro: 79 anos, um dos melhores fotojornalistas portugueses de sempre, vive com um linfoma e uma reforma de 400 Euros! Tem que vender livros e fotografias para sobreviver.

- Neoliterais: bando de indignados da net, pessoas que já perderam a capacidade de captar uma mensagem ambígua, complexa e trágica e que ameaçam a qualidade do discurso em espaço público. 

- Na praia, os Espanhóis são muito menos, mas muito menos, smartphones dependentes do que os "tugas" e As "tugas".

- «Não ponha aí o Salazar!» (frase ouvida no Algarve de compradora para vendedora do jornal Expresso, referindo-se a um volume do livro grátis dedicado a Salazar de Francisco Ribeiro e Menezes)   

- No 1º semestre de 2014, mais de 3 milhões de portugueses acederam a "sites" de rádio a partir de computadores pessoais.

 

...talvez para ouvirem que, mesmo sendo Verão, O Tempo Não Pára....

 

  

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publicado às 16:18

Emído Rangel

13.08.14

Emídio Rangel (1947-2014)

Tinha 66 anos. Fundador da TSF e antigo director-geral da SIC e da RTP ajudou a revolucionar a rádio e a televisão em Portugal.

 

Rangel começou a sua vida profissional na rádio, em Angola na década de 60. Veio para Portugal já depois do 25 de Abril, formou-se em História. Esteve 12 anos na Radiodifusão e em 1988 fez parte da equipa fundadora da TSF.

Com o lançamento da televisão privada, Francisco Pinto Balsemão convida-o para director de Informação da SIC. Ali, acumulou depois também as funções de director de programas e assumiu o cargo de director-geral. Levou o canal à liderança das audiências num caminho fulgurante, chegando mesmo a mais de 50%.

Em 2001, passou para a RTP, para exercer funções também como director-geral. Acabou por sair no ano seguinte, regressando à rádio, como consultor da TSF, para desenhar o relançamento da estação noticiosa.

 

Desde então integrou diversos projectos, boa parte deles para Angola, e em Portugal esteve na preparação de uma das propostas para o quinto canal em sinal aberto que deveria ter sido lançado com a TDT – Televisão Digital Terrestre.

 

CRIADOR, VISIONÁRIO, INOVADOR, REVOLUCIONÁRIO! Há homens assim. Depois de passarem por aqui nada volta ser como dantes. E, quando assim é, valeu a pena ter vivido e obriga a que cada um de nós diga «Obrigado».

(o autor deste blog teve a felicidade de privar com Emídio Rangel e, ainda que recorrendo a lugares comuns, atreve-se a qualificar a perda de Rangel para a Rádio e Televisão em Portugal, no mesmo patamar das perdas de Eusébio para o futebol ou de Amália para o fado: Pessoas únicas, irrepetíveis.)  

 

 

Dito...

Recentemente, o historiador José Pacheco Pereira disse que “quando se fizer a história do jornalismo em Portugal”, além de Vicente Jorge Silva, nela teriam lugar de destaque Francisco Pinto Balsemão e Emídio Rangel.

Francisco Pinto Balsemão diz lamentar a perda de Emídio Rangel e "sublinhar o papel fundamental que teve na história da rádio e da televisão privadas em Portugal, nomeadamente na construção da SIC".

David Borges, antigo director da TSF, disse aos microfones da rádio que Rangel não foi apenas o fundador, mas sim o “criador”. Porque foi ele quem a “desenhou na sua cabeça e depois concretizou. Ao criar a TSF desenhou um novo paradigma da comunicação portuguesa.”

O jornalista recorda-o como uma pessoa “muito à frente do seu tempo” e diz que o fundador da TSF funcionava com base “em duas coordenadas”: como abordar um assunto que ainda não tenha sido falado ou como fazê-lo de forma diferente.

“Há um momento antes e um momento depois de Emídio Rangel” na comunicação social em Portugal, afirmou José Fragoso, antigo director da TSF àquela rádio, que está hoje a fazer uma emissão especial sobre o seu criador. O jornalista, que já passou também pela SIC, RTP e TVI com cargos de direcção de informação e de programas, considera Rangel um “visionário”, o “acelerador de partículas contra o cinzentismo da comunicação que se fazia em Portugal e contra o monopólio das rádios”.

Destaca o “carácter inovador” que Rangel imprimiu à TSF e depois também na informação da SIC, poucos anos depois. E lembra a iniciativa de enviar jornalistas para cenários de conflito e para grandes acontecimentos internacionais quando o resto da comunicação social estava ainda mergulhada num “atavismo”. Uma “vontade férrea de estar onde a coisa acontecia” que a TSF sintetizava na sua assinatura sonora “Vamos ao fim da rua, vamos ao fim do mundo”.

Numa nota no site da Presidência da República, Cavaco Silva lembra o “largo percurso profissional” de Rangel, cujo nome fica “ligado aos novos rumos do audiovisual em Portugal, tendo marcado com o seu exemplo várias gerações de jornalistas”.

O actual director-geral de Conteúdos da RTP, António Marinho, destacou na RTP Informação a capacidade de liderança de Rangel, um homem “muito sanguíneo” que “revolucionou completamente a comunicação social, quer na rádio, quer na TV”.

 

Fonte: vários

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publicado às 17:30

Com a ajuda de Pedro Santos Guerreiro, do Expresso, recupera-se o que um dia disse Ricardo Salgado sobre Filipe Pinhal e no que se tinha transformado o BCP:

 

«numa lamentável comédia que destruiu a um nível sem precedentes o valor do banco que geriram; que pôs em causa a credibilidade do sector e do país; e que envergonhou todos aqueles que empenharam as suas vidas e o seu património numa profissão que faz da discrição e do sigilo, da contenção e da prudência, da fidelidade e do dever fiduciários uma sagrada regra de vida.» 

 

Há quanto tempo estamos a desabar?

Pergunta André Macedo, do Dinheiro Vivo, que nos ajuda a reflectir sobre o momento.

 

Reputações que se julgavam sólidas desaparecem.

Ontem BEStial. Hoje BESta.

Está toda a gente a controlar os danos.

Quem irá na enxurrada?

Quantas empresas, empresários, empreendedores e empregos irão com a maré vazia e que ainda não parou de vazar?

Já não temos gestores a construir. Temos gestores de falências, especialistas em dívida, economistas...elevados subitamente a banqueiros para aguentar a credibilidade que se perdeu e reparar os danos...limpar a casa.

Não é normal mas fazemos de conta que sim.

É uma espécie de indulgência de fim de regime.

Há uma terrível sensação de que Portugal, nos últimos anos, na última década, tem andado de ressurreição em ressurreição, um fracasso dá lugar a outro ainda e sempre maior.

Suplantamo-nos na mediocridade e no encobrimento. 

E as pessoas sentem incrivelmente que é assim que a coisa funciona e...consentem, acomodam, acomodam-se.

Tanta asneira num país tão pequeno.

Chega de mentiras.

E que o banco continue verde, tal como a esperança, que assim não morre.

 

 

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publicado às 23:46

Carlos do Carmo é o primeiro português a conquistar um Grammy

 

A Latin Recording Academy anunciou hoje ter agraciado o cantor  de "Um Homem na Cidade" com o Prémio à Excelência Musical - "Lifetime  Achievement" no original em inglês -, uma distinção única que pretende celebrar  a carreira de um artista.

 

 

Carlos do Carmo. que muitos consideram o melhor cantor lusitano de sempre,  tornou-se o primeiro português a ganhar um  Grammy e logo numa das categorias mais consideradas, o "Lifetime Achievement",  entregue apenas aos artistas pelo conjunto da obra que produziram ao longo da  sua carreira e não devido ao êxito que lograram com determinada canção ou  álbum.

O fadista português foi ontem informado pelo próprio presidente  da Latin Recording Academy,  Gabriel Abaroa Jr., que havia vencido o  Grammy, tornando-se assim no primeiro português a conquistar um galardão que  também já foi entregue a Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Elvis Presley, Miles  Davis, Bob Dylan, Billie Holiday, James Brown, Tom Jobim, David Bowie, Leonard  Cohen, Johnny Cash ou, já este ano, Kraftwerk, Ney Matogrosso e Los Lobos.

O Grammy é considerado o maior e mais prestigiado prémio da  indústria discográfica, estando previsto que o troféu seja entregue a Carlos do  Carmo no próximo dia 19 de novembro deste ano, no Hollywood Theater da MGM, em  Las Vegas, Estados Unidos da América. Nesse mesmo mês estreará em Portugal um  filme documental sobre a vida e a obra de Carlos do Carmo realizado por Ivan  Dias.

Neste momento, e até ao final do ano, estará patente na  Cordoaria Nacional, em Lisboa, a exposição "Carlos do Carmo 50 Anos" cuja  inauguração sucedeu depois do lançamento do álbum "Fado É Amor", também ele  publicado em jeito de celebração do 50º aniversário da sua carreira e onde  contou com a colaboração de Mariza, Ana Moura, Carminho, Camané e Aldina Duarte  entre outros fadistas das mais recentes gerações.

Aos 74 anos de idade, Carlos do Carmo chega assim ao ponto mais  alto da sua carreira. Filho de Alfredo de Almeida, que veio a ser proprietário  da casa de fados O Faia, situada no Bairro Alto, e de Lucília do Carmo, uma das  mais distintas fadistas do século XX, de quem viria a adotar o apelido, Carlos  do Carmo nasceu em Lisboa a 21 de dezembro de 1939 onde ainda hoje vive.

A sua carreira teve início aos 9 anos de idade,  quando  gravou um primeiro disco, mas os registos oficiais dão 1964 como o tiro de  partida para um percurso carregado de canções que ficaram na história da música  portuguesa.

São igualmente inúmeros os prémios e distinções que ao longo de  uma carreira de mais de 50 anos distinguiram a sua arte de respeitar e, ao mesmo  tempo, inovar o fado. Partindo do chamado fado tradicional, mas com uma bagagem  musical onde podemos encontrar Frank Sinatra, Jacque Brel, Elis Regina ou José  Afonso, Carlos do Carmo foi construindo um reportório de onde se destaca o álbum  "Um Homem na Cidade" entre muitos outros espécimes da mais alta estirpe que  gravou ao longo da sua carreira.

De entre as sua canções mais populares destacam-se  interpretações como "Os Putos", "Um Homem na Cidade", "Canoas do Tejo", "O  Cacilheiro", "Lisboa Menina e Moça", "Estrela da Tarde", "Duas Lágrimas de  Orvalho" muitos deles escritos com José Carlos Ary dos Santos, Fernando Tordo e  Paulo de Carvalho.

Carlos do Carmo foi também um dos maiores defensores do  património fadista. Com Rui Vieira Nery protagonizou a candidatura do fado a  Património Imaterial da Humanidade, distinção que viria a ser atribuída pela  UNESCO em novembro de 2011. Para a divulgação do fado "lá fora" também foi  instrumental o seu papel no filme "Fados", dirigido pelo realizador espanhol  Carlos Saura e estreado em 2007 com a sua participação e também a de Mariza,  Camané, Carminho, Argentina Santos além de Chico Buarque de Hollanda e Caetano  Veloso.

Entre as suas apresentações públicas mais relevantes contam-se  espetáculos nalgumas das mais prestigiadas salas de todo o mundo como o Olympia  de Paris, Ópera de Frankfurt, Royal Albert Hall de Londres, Canecão do Rio de  Janeiro, Savoy de Helsínquia ou a Ópera de Wiesbaden. Em Portugal, atuou no  Mosteiro dos Jerónimos, no Centro Cultural de Belém, no Grande Auditório da  Gulbenkian, no Coliseu dos Recreios ou no Casino Estoril.

 

"Uma tranquilidade que me prepara para a morte com muita serenidade", disse Carlos do Carmo, esta tarde, ao Expresso Diário.

 

 

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publicado às 21:59

As imagens do carnaval em Portugal são deprimentes! Quase todas.

Quando o carnaval se agarra ao que é Nosso, como em Cabanas de Viriato com a "A Dança dos Cús" ou em Podense com os "Caretos", salva-se a identidade, mesmo que muito pobrete.

 

Quando o carnaval é pouco mais do que a tentativa falhada de uma importação de samba à chuva e ao frio é...o desastre!

Meninas quase despidas, encharcadas, geladas e misturadas com uma sátira nacional, mais-ou-menos conseguida, não faz sentido...

Tudo piorou com a TV e as novelas dos anos 80...mas no Brasil, nesta altura do ano, está calor e o povo é outro.

 

Gastam-se milhões e os vereadores do poder local anunciam o retorno na economia local, enfim, negócios privados de alguns alimentados pelo dinheiro público de todos.

O carnaval em Portugal deixou de ser feriado por ordem do Governo, mas continua a ser "feriado" por desobediência de todos, desde Câmaras Municipais até às empresas. É assim Portugal...também no carnaval: não se governa nem se deixa governar. 

É carnaval nada parece mal, mas há coisas que ficam...mal!       

 

(partilhado em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 18:30, 3 Março de 2014, Rádio Boa Nova, FM 100.2 e em radioboanova.com)

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publicado às 21:38

 

Cristiano Ronaldo

Bola de Ouro

2013

 

 Parabéns, Ronaldo.

Obrigado. 

 

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publicado às 19:29

Sim, estamos melhor.

Mas estamos muito mal.

Sim, o "cavalo" chamado austeridade vai continuar, a galope.

E no actual contexto político, económico e financeiro não parece ser possível outra alternativa.

Tinha que ser por aqui. Tem que ser por aqui. ...Talvez.

A conjuntura do agora deu um ar(zinho) da sua graça.

Mas a estrutura é o problema de Portugal.

 

O problema de Portugal sãoTrês(!)... grandes ( e graves) problemas:

 

A demografia. É trágico.

  Os portugueses não fazem filhos (2013 superou 2012 como pior ano de sempre - menos de 80 mil nascimentos)

  O aumento da esperança de vida. (Ai, ai as pensões de reforma!)

  A partida dos Imigrantes.

  A partida dos Emigrantes. Uma tragédia para o Crescimento.

  A desertificação do Interior (parte do território despovoado: mais de 70% da população de Portugal vive encostada ao mar, entre Porto e Setúbal) 

  (ver nota 2)

Autosubsistência. Ou autoinsuficiência.

  A produção é insuficiente para as necessidades do país. (matérias-primas, energia, alimentação, etc.)

  Importar menos para ser (mais) independente. Exportar é bom. Mas produzir mais para Importar menos é melhor.

 

Mentalidades. E hábitos.

  Direitos -sem deveres- adquiridos. Uma praga!

  O Estado padrinho e protector: fonte sem nome e sem fim de dinheiro para tudo, para todos. 

  Trabalho, Talento, Mérito. Ponto. Não acreditamos....

  Dever cívico. Ora aí está algo que reservamos sempre para os outros.

  Disciplina (nunca se cumpre um plano; nunca se respeita uma data; nunca se chega a horas;) 

  Inveja. Luso doença incurável. Até hoje.

 

Tudo isto de per si é grave. Tudo isto junto ou combinado é letal.

Ou mudamos isto ou vamos viver sempre assim: iludidos, pobretes, alegretes e dependentes.

Ou mudamos isto ou vamos ser para sempre o país do eterno futuro num presente desconcertado.

 

E o sol e o mar, um dia, podem-se fartar.

Oxalá que não.

 

 

Nota 1: este texto deve ser lido conjuntamente com o texto «Portugal», aqui publicado no dia 23 de Novembro de 2013.

 

Nota 2: promover o comércio local, como se faz em Oliveira do Hospital e Tábua (ADI) com a iniciativa "Cá Compra, Cá Fica", é inglório, se lá "Não Fica" ninguém... (partilhado em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 13 de Janeito de 2014, ás 18:30, em Rádio Boa Nova FM 100.2 FM e radioboanova.com)

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publicado às 23:01


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