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Somos livres. A viver. A dizer.

O hábito de agora foi o proibido de outrora!

É bom acordar assim, 40 anos depois do primeiro 25 de Abril de 1974...

Da coragem dos Capitães da revolução, que ajudaram um povo a sorrir com uma flor no cano da espingarda- Obrigado!

O coração da Liberdade tem que ser melhor que o nosso:

- é no tanto bater que bebe o sangue para bater Sempre. Para Sempre.

 

O 25 de Abril está feito.  

Democratizar, Descolonizar, Desenvolver.

Tudo feito.

E como é diferente para melhor o Portugal presente!

Como foi possível fazer tanto em tão pouco tempo?

Podemos e devemos comemorar, assinalar, recordar, homenagear, mas a olhar em frente.

 

Hoje Portugal, 40 anos depois, enfrenta outros desafios: 

- a Demografia, o Desemprego, a Desertificação, o Endividamento, o Empobrecimento...

- a rede, as novas tecnologias, os novos valores, o novo Ser, o novo Viver...

E precisamos de associar à Liberdade... a Justiça!

 

Para um instante de inspiração, importa olhar o cravo e recordar as palavras imortais de Sophia e de Alegre:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Somos livres. De Viver. De dizer.

Como a gaivota que voava voava....

 

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publicado às 11:37

O FIM DO PODER

19.04.14

«O FIM DO PODER» é... um livro.

É o livro de Moisés Naím, que o Financial Times considerou o livro do ano de 2013.

Em Portugal, «O FIM DO PODER», foi editado pela Gradiva, em Fevereiro deste ano.

 

Moisés Naím é doutorado pelo MIT, investigador, jornalista, foi ministro  na Venezuela e director executivo no banco mundial.

 

O livro, é o resultado de uma investigação original e muito bem fundamentada e mostra como impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia. Naím cobre as mudanças sísmicas em curso no mundo dos negócios, da religião, da educação, das famílias, com exemplos retirados de todas as àreas da actividade humana.

 

Acessível, «O FIM DO PODER», é um olhar revolucionário sobre o fim inevitável do poder, e sobre como esse fim irá mudar o mundo.

O livro, que começa logo pel´«A decadência do poder», agarra-nos assim:

«...o poder já não compra tanto quanto no passado.

No século XXI, é mais fácil obter o poder, mas mais difícil usá-lo - e é mais fácil perdê-lo.»

Uma leitura proveitosa para as mini-férias da Páscoa e feriados que se seguem.

Bom proveito.   

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publicado às 22:58

A Escola

10.04.14

Ser Escola é coisa complicada, hoje.

Tão complicada que o melhor é falar da Escola de forma simples, sem simplismos.

Não importa se a Escola é pública ou privada, o que importa é ser Escola.

A Escola para ser Escola precisa de alunos. Faltam alunos.

A Escola para ser Escola precisa de dinheiro. Falta dinheiro.

A Escola para ser Escola precisa de professores. Sobram professores.

A Escola para ser Escola precisa do tempo dos pais. Os pais não têm tempo.

À volta da Escola tudo parece desequilibrado. Falta a quem ensinar, sobram os que ensinam, o dinheiro é a falta de sempre, e os pais-sem-tempo são, por estes tempos, quase sempre excessivos, nos prós, nos contras, e no resto.

À volta da Escola todos exigem. Os alunos querem uma Escola fácil, os professores querem que haja Escola para eles e os pais querem que a Escola faça deles. A Escola tem que ser tudo, ter tudo, para todos.   

E num puzzle assim ainda falta acrescentar as tentações!

O despertar do mundo aos olhos dos miúdos de hoje é acelerado, de fácil acesso, com «look» fantástico, e parece que dispensa o adquirir saber: está tudo à distância de um «click», num qualquer objecto pouco maior que uma caixa de fósforos das antigas. As ferramentas são um espanto, a facilidade de chegar a tudo é incrível, mas a incapacidade para gerir tanta velocidade e a impreparação para viver neste mundo novo, pode ser um calvário maior que a subida do Monte das Oliveiras. A sensação de não ser preciso estudar é uma tentação.

Como ser Escola num presente assim?

E o passaporte? Sim, a Escola antigamente era um passaporte para uma vida boa, para uma vida melhor. Bastava ser bom na Escola e estava (quase) tudo conseguido. O ser bom na Escola hoje, em Portugal, também é passaporte…para emigração, ou pior, para o desemprego! Num cenário com este desenho, como motivar o ir para Escola, aprender, ensinar, formar? A sociedade, que tanto pede à Escola, parece afastar-se da obrigação de premiar quem melhor faz na Escola!

A Escola, hoje, é do aluno. O aluno é agora o rei da sala de aula. Foi-se do oito para o oitenta e este novo rei da sala é demasiado novo e impreparado para tanta mordomia. Deslumbrado, o aluno-rei, faz gala de abusos, de indisciplina, de provocações…que até assustam. E os pais do aluno-rei quase sempre ajudam pouco…a Escola.

Por fim, a Escola caiu na trincheira estreita do certo e do errado. Tudo mudou, todos estamos a mudar e a mudança é grande e profunda! Por exemplo: não é fácil ao professor explicar a estrutura de uma família - que era uma coisa de sempre ainda ontem-  quando da sala de aula espreita o portão da Escola e vê chegar o aluno com dois pais e sem mãe ou com duas mães e sem pai!

A Escola exige que se estude a Escola. A que temos, a que precisamos de ter, a queremos ter, a que podemos ter.

E depois falamos de agrupamentos.

 

(publicado no jornal Folha do Centro em 10 de Abril de 2014)

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publicado às 23:23

Inspirador, resiliente e imperfeito (como todos Nós), terminou hoje uma luta de cinco anos contra a doença.

«Posso morrer de cancro, mas ele nunca me matará.» E assim foi.

 Ontem fez o último post no facebook. Hoje, os filhos publicaram, a seu pedido, os seus desejos:
 
"-Não quero que chorem
-Não quero ninguém vestido de preto
-No seu elogio quero que os amigos tenham 10 minutos para falarem de mim
-Música 'Don't Stop Believing'
-Não quero que os amigos chorem e que se lembrem que vivi sempre a vida como quis.
-O amor da minha vida é a Bichica
-Os meus maiores feitos são o Zé Maria e o António de quem tenho um imenso orgulho
-Não quero caixão aberto e quero uma cerimónia simples e alegre.
-Padre João Seabra"

 Obrigado e até sempre.

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publicado às 19:47

Num mundo e num momento em que tudo parece incerto, fragmentado, instantâneo e misturado, o exercício da Liderança é cada vez mais um exercício de dificuldade acrescida e de necessidade absoluta.

Hoje, ninguém espera, ou quer, ou aceita, o D. Sebastião da solução, da luz, do guia que sabe o caminho.

Hoje, precisamos de Mulheres e de Homens capazes de inspirar, de envolver, de entusiasmar.

Hoje, no constante da mudança, no contexto da liberdade, no ambiente da inovação, no exigir diário do fazer melhor, é decisiva a Liderança para o atingir da realização individual e, por sua vez, da realização colectiva.

Jorge Valdano, talvez um dos melhores escritores de futebol do mundo, agarrou o desporto-rei como simulador da vida real e editou um livro onde enuncia, caracteriza e exemplifica "Los 11 poderes del Líder":   

Credibilidade

Paixão

Esperança

Estilo

Comunicação

Curiosidade

Simplicidade

Talento

Equipa

Humildade e,

 

Sucesso.

A Liderança é um daqueles temas sobre o qual parece estarem gastas as palavras e adquiridas as certezas.

Ora aí está um "parece" que de tanto parecer não deixa de ser um engano que nos engana.

Talvez não seja má ideia respirar e, de vez em quando, rever o que parece adquirido e conferir o que nos parece óbvio.

Ir pelo livro de Valdano poderá ser um bom trajecto para uma boa e enriquecedora experiência. 

 

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publicado às 11:35


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