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Portugal

23.11.13

Portugal.

Talvez o melhor país do mundo para viver!

Talvez o melhor país do mundo para viver com sol!

Talvez o melhor país do mundo para viver com o sabor de uma gastronomia rica, variada, farta!

Talvez o melhor país do mundo para viver o prazer de beber um vinho único, distinto, tão austero quanto doce!

Portugal

Talvez o melhor país do mundo para viver em segurança!

Talvez o melhor país do mundo para viver com o mar, a montanha e a planície!

Talvez o melhor pais do mundo para viver com a música, a dança, a escrita, o desporto, a natureza!

Portugal

Talvez o melhor país do mundo para viver a gerar riqueza, a produzir, a trabalhar!

Talvez o melhor país do mundo para viver e ter filhos, e ter avós, e ter amigos!

Talvez o melhor país do mundo para viver...A SORRIR!

 

E, neste Potugal assim, sente-se um...

Vazio 

Um dia talvez se consiga fazer a História destes anos, deste terrível começo de século que levou Portugal para o vazio onde nos encontramos, um vazio tecido por uma nova emigração que procura, outra vez fora de Portugal, o que o país lhe não pode dar;

um vazio de ideias e de protagonistas políticos, um vazio que vive no conformismo, que não tem rasgo além da obediência.

Este nosso Portugal é o retrato de um país que encomendou estudos que ignorou;

que teve oportunidades que desbaratou;

que recebeu milhões que desperdiçou;

que foi megalómano ao ponto de deixar o básico e fazer o supérfluo;

que não conseguiu pôr a justiça a funcionar a metade do ritmo a que aumentou impostos.

Este é ainda o país onde o Estado entende que a sua missão é dificultar e não ajudar a criar.

 

É um país carregado de oportunidades, mas perito em semear dificuldades.

 

Dantes, tínhamos industriais, mas não tínhamos designers; hoje temos designers, mas não temos novos industriais.

As coisas parece que crescem onde não devem, e encolhem onde deviam aumentar.

 

Portugal, de que é que tu estás à espera?

https://www.youtube.com/watch?v=HXH3IiqRU7o 

(clique aqui, para ouvir e ver Jorge Palma a interpretar «Portugal, Portugal» no Metro de Lisboa)

 

(texto «Vazio» de Manuel Falcão, Esquina do Rio, blog e publicado no Jornal de Negócios; e música de Jorge Palma, «Portugal, Portugal») 

 

(partilhado em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 25 de Novembro, 18:30, na Rádio Boa Nova em FM 100.2 e em radioboanova.com)   

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publicado às 16:51

A crise é como as guerras ou como os terramotos. Quando acontecem destroem tudo, arrastam tudo, mudam tudo.

E mesmo depois de terem terminado, não acabam. Um rasto de destruição, de devastação, de frustração, vai consumir anos a limpar, a recuperar, a reconstruir. Há vidas que foram consumidas, que se consomem, que se perdem.

Sim, se for verdade que o pior da crise já terá sido, é bom ter presente que não acabou. Perderam-se milhares de empregos, milhares de empresas, muitas vidas arruinadas, muitos sonhos desfeitos e recuperar de um tsunami assim vai demorar anos. Tal como nas guerras, tal como nos terramotos, as feridas demoram a sarar.

A crise é a vida vestida de crueldade.

Tanto sofrimento para (quase) nada.

Pois é. A crise mudou pouca coisa, ou nenhuma.

O capitalismo não foi derrotado nem reformado, foi reforçado. E tudo continua a girar à volta do dinheiro. Muito dinheiro. Só dinheiro.

Nas crises o azar é estar no meio. Nas crises safam-se os das pontas:

 

- Os pobres estão na mesma, quer pelo hábito de viver com pouco ou sem nada, quer pela tranquilidade de quem nada tem nada perde. É assim, não vale a pena fingir que não é.

 

- Rejubilam os ricos, que são mais e mais ricos. Nunca existiram tantos ricos tão ricos como agora. Alguns, poucos, ainda lhes dá para a filantropia; outros, a maioria, inventa formas de gastar dinheiro: nas obras de arte, na moda, no conforto do luxo, no imobiliário, nas extravagâncias que vão desde as drogas, experiências radicais, até ao sexo.

 

O pior da crise está guardado para os que sobrevivem medianamente, enfim, remediados e já com qualquer coisinha. Qualquer coisinha poupada, qualquer coisinha construída e ganham qualquer coisinha de jeito.

E há qualquer coisinha de sádico nas crises! São estes apóstolos da vidinha honesta que pagam a conta grande da crise.

Há paragens onde os ricos viram as suas receitas aumentarem quase 1000% em vinte anos e a diferença de rendimentos destes para os outros, passou de vinte para duzentas ou trezentas vezes mais em 50 anos.

Há paragens onde milhões continuam a ter para viver 1 euro por dia. Ou menos.

Nada deteve esta espiral de diferenças, nem crises, nem guerras, nem terramotos.

O desequilíbrio aprofundou-se. A maioria vive com pouco, muitos perderam muito, poucos, que são agora ligeiramente mais, nunca viveram com tanto.

O número de multimilionários em Portugal -- com fortunas superiores a 25 milhões de euros -- aumentou 10,8% para 870 pessoas no último ano, apesar da crise que se vive no país, segundo um relatório do banco suíço UBS. O valor da fortuna aumentou 11,1%.

Resta a consolação de constatar que é verdade o que sempre nos foi dito como sendo verdadeiro: os ricos não pagam a crise.

 

(publicado no jornal Folha do Centro, segunda-feira, 18 de Novembro de 2013)

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publicado às 22:58

Super Machado!

18.11.13

Manuel Machado era presidente da Câmara de Coimbra quando eu, estudante, vivi na cidade.

Mais de vinte anos depois, Machado reapareceu e em menos de 60 dias conquista três Presidências:

de Coimbra;

da CIM;

e da ANMP.

 

                                             Super Machado!

 

 (opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 18 de Novembro de 2013, 18:30, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

 

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publicado às 22:02

News em 2041

15.11.13

Na semana em que o Expresso anunciou um novo diário digital e a contratação de um dos melhores jornalistas nacionais, Pedro Santos Guerreiro, para o dirigir;

Na semana em que o jornal ABola intensifica a promoção da sua edição digital a 1 euro por semana;

Na semana em que Público anunciou que todos os conteúdos digitais vão passar a ter acesso pago por todos os leitores, após um determinado número de artigos lidos....

...sim, está em curso uma revolução radical na forma em como se consome informação....que tende a ser mais íntima e individualizada... 

...a propósito, aqui se partilha o texto publicado e assinado por Simone Duarte, também esta semana, no diário generalista da Sonae, que devia ter no topo da página a seguinte mensagem:

leitura obrigatória.  

 

O futurista australiano Ross Dawson tornou-se impopular entre os jornalistas em todo o mundo quando criou, em 2010, um mapa que previa a data de extinção dos jornais impressos, país a país. Pelos cálculos de Dawson, 2041 seria o ano de extinção dos jornais em papel em todo o planeta. Será? O PÚBLICO lançou o desafio a seis profissionais que estão no olho do furacão: como leremos notícias em 2041?

 

“Algoritmos inteligentes, Big Data e comunicação social unir-se-ão para criar experiências únicas e personalizadas para todos os consumidores” – acredita Alan D. Mutter, que está em Silicon Valley, na Califórnia, a Meca da tecnologia, desde 1996 onde já foi CEO de três start-ups. “Não faço a menor ideia de como é que as pessoas receberão as notícias em 2041 porque, até lá, a tecnologia evoluirá certamente muitíssimo. Há sete anos, não havia iPhones. Há três anos, não havia iPads. Há um ano, não havia o Google Glass [óculos de realidade aumentada que se ligam à internet e permitem sobrepor imagens digitais àquilo que o utilizador estiver a ver]. Há algumas semanas, não existia o relógio da Samsung [relógio que se liga à internet e tem algumas funcionalidades de um smartphone], mas o que eu sei é o seguinte: se o leitor for um vegetariano canhoto que ganha 33 mil euros por ano, adora música de acordeão polaca e tenciona fazer uma viagem a Moscovo receberá notícias, informação comercial e de lazer de acordo com as suas necessidades específicas, incluindo informação que ‘aterra’ no seu dispositivo inteligente quando passa por determinada loja ou circula por uma determinada estrada para ir trabalhar. A comunicação social será íntima, individualizada e transacional de formas que hoje não conseguimos imaginar” – prevê em declarações ao PÚBLICO o antigo jornalista que trocou a redacção do San Francisco Chronicle no fim dos anos 1980 para criar uma start-up. Hoje, o seu blogue Reflexions of a Newsosaur (Reflexões de um dinossauro das notícias) é leitura obrigatória para quem quer manter-se informado sobre tecnologia e media.

 

O veterano Alan D. Mutter não acredita que 2041 seja uma data mágica para acabar com o papel impresso. Lembra que alguns jornais nos Estados Unidos e em outras partes do mundo já deixaram de ter versão em papel. Outros imprimem apenas em alguns dias da semana. Com o passar do tempo, os directores e administradores de mais publicações – acredita – optarão por deixar de imprimir ou por reduzir a sua dependência do papel. “Se a versão impressa continuar a diminuir nos próximos sete anos como diminuiu nos últimos sete anos (as receitas da publicidade de jornais nos Estados Unidos caíram de 49 mil milhões de dólares para 22 mil milhões em 2012), muitas serão as rotativas que se calarão muito antes de 2041. Por outro lado, o papel impresso será apreciado pelos consumidores para algumas finalidades e eu espero ardentemente poder ainda desfrutar do cheiro da tinta no papel em 2041, embora essa possa não ser a forma mais comum com que me chegam as notícias do dia. Agora que penso nisso, eu já recebo quase todas as minhas notícias em pixéis.”

 

O canadiano Brian Wong chegou a São Francisco muito depois de Alan D. Mutter. Tinha 18 anos quando se licenciou na Universidade em Vancôver. Aos 20, tornou-se o empreendedor mais jovem a receber financiamento de capital de risco no mundo. Hoje, tem 22. É co-fundador e CEO da Kiip, a maior rede móvel que dá prémios para incentivar os utilizadores a atingir objectivos em aplicações e jogos (por exemplo um jogador pode ter 5 dólares de desconto na Amazon depois de completar um nível num determinado jogo). Está presente em mais de 400 aplicações em 30 milhões de aparelhos móveis. A firma foi nomeada pela revista Fast Company uma das 50 empresas mais inovadoras em 2013. Angariou até agora 15,4 milhões de dólares de financiamento. Wong aposta que em 2041 vamos assistirà “tinderização” dos conteúdos.

 

“Penso que a muito recente e interessante aplicação chamada Tinder [uma aplicação lançada há pouco mais de um mês que aproxima pessoas que não se conhecem mas que moram perto umas das outras e podem ter ou não os mesmos interesses] não é apenas mais uma aplicação – escreve em declarações ao PÚBLICO por email. “Trata-se de um marco na história humana no sentido em que os nossos conteúdos e interacção vão ser, no futuro, muito mais binários, muito mais dimensionados em termos de bites. A nossa interacção móvel e instantânea requer microbits de processamento cerebral e o binário é a melhor forma de permitir uminput maciço para as mais diversas personalizações.”

 

“Houve tantas esperanças frustradas em relação à personalização que as pessoas já quase se esqueceram dela” – diz ao PÚBLICO Gene Liebel, o norte-americano que liderou o trabalho de redesenho desites noticiosos como CNN e Reuters e dirige a Work & Co., no Brooklyn, em Nova Iorque, uma das jovens empresas mais bem-sucedidas no desenvolvimento de produtos digitais. “Na verdade, trata-se de um problema técnico de tal complexidade que apenas nos últimos anos se começou a resolvê-lo. As funções de personalização de que dispomos hoje representam talvez 1% do que é possível. Em 2041, talvez os dispositivos sejam capazes de compreender e processar toda a nossa actividade – não só o que consumimos digitalmente, mas acontecimentos da nossa vida, porventura até as nossas conversas – e calcular o tipo de informação que nos interessa com um nível de fiabilidade espantoso.” Assim, garante Liebel ao PÚBLICO, “será possível ter uma tecnologia que possa verificar factualmente o trabalho de um jornalista – ou o discurso de um presidente – em tempo real”.

 

Liebel acredita que talvez 90% das formas como as pessoas consumirão notícias em 2041 serão inventadas depois de 2013, mas há algo que não mudará: “A tecnologia muda, mas nós temos tendência para querer as mesmas coisas. E, no que diz respeito ao consumo de notícias, uma coisa que tendemos a querer – e que a Internet tende a dar-nos – é mais controlo. Em 2041, Liebel gostaria de ver a chamada “economia da reputação” evoluir para um estádio em que os leitores tenham uma indicação imediata das novas fontes de informação que são fidedignas: “Gostaria de ter acesso a especialistas em todas as matérias – incluindo os que sejam completamente independentes – que tenham conquistado, com o tempo, a confiança da comunidade, quer pertençam a uma organização noticiosa estabelecida quer não.”

 

Sobre o papel dos editores, Gene Liebel acha que, em 2041, não terão mais o poder de formular a dieta de notícias diárias. “Embora isto possa parecer negativo, um dos objectivos dos editores é conseguir captar a minha atenção todos os dias, quer haja uma história importante para contar quer não. Isso é uma perda de controlo da minha parte, como leitor, algo que a Internet tende a eliminar com o tempo.”

Já Michael Bove Jr., do prestigiado Laboratório de Media do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, não vai tão longe. Acha que a curadoria e a edição serão feitas em parte por profissionais, em parte pelas redes sociais e parte será automatizada. “Tendo a pensar que as notícias vão surgir de três fontes: jornalistas profissionais, jornalistas-cidadãos e o que poderemos chamar ‘jornalistas-robôs’ (sensores que recolhem informação e a transformam em alguma coisa que interessa aos seres humanos)” – afirma ao PÚBLICO o director do Consumer eletronics Lab e co-director do Center for Future Storytelling do Media Lab.

 

“Neste momento, estamos a viver uma revolução radical na forma como se consomem notícias” – diz ao PÚBLICO a jornalista Amy O’Leary do The New York Times, que esteve recentemente a participar da conferência Regresso ao Jornalismo, na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e faz parte do recém-criado grupo de inovação formado por seis profissionais do jornal norte-americano. “Há dez anos, os leitores começaram a fazer uma transição do papel para o online. Nos últimos dois, o consumo de notícias em telemóveis e tablets aumentou a um ritmo absolutamente extraordinário; muito em breve, haverá mais pessoas a ler notícias em telefones inteligentes do que em computadores. Estas alterações de comportamento estão a acontecer mais depressa do que nunca e não se sabe onde nos podem levar. É por isso que é difícil imaginar exactamente como é que as pessoas vão consumir notícias em 2041. Alguns futuristas pensam que computadores ‘vestíveis’, como o Google Glass ou os ‘relógios inteligentes’, irão tornar-se tão comuns como hoje são os telefones. Outros imaginaram visões mais radicais: que a biotecnologia possa, um dia destes, ser integrada com o corpo humano para fornecer informação. Felizmente, o jornalismo sempre foi bom em encontrar novas histórias, novas pessoas, novos heróis e vilões. Em 2041, acho que isso continuará a ser o cerne do nosso trabalho. Temos é de ser muito, mas muito melhores nesse domínio.”

O português João Medeiros, editor de ciência da revista Wired, concorda. São os próprios jornalistas confrontados com tantos desafios mas também com novas oportunidades que precisam de se reinventar, mais do que a plataforma ou o produto em si: “Os jornalistas têm de ser capazes de experimentar e inovar no modo como contam as histórias e precisam cultivar a diligência, a componente essencial para procurar as histórias que precisam de ser contadas no nosso tempo. Esta é a essência do jornalismo.”

 

Amy O’Leary remata: “Não consigo perspectivar qual será o sistema de fornecimento de informação em 2041, mas, seja qual for, o jornalismo terá de continuar a ser rigoroso, objectivo e célere quando os factos acontecerem. As pessoas procurarão sempre histórias interessantes e bem contadas. Estas duas coisas vão ser sempre iguais.”

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publicado às 23:23

Sim CIM

11.11.13

Em 15 de Março de 2013 foi aqui escrito (ver ALIBER) o que a seguir se partilha:

 

«O mundo mudou. O país mudou. As pessoas mudaram. Os meios são outros. Tudo é mais próximo, mais veloz, mais competitivo. A mudança é contínua. O acesso de todos a tudo é fácil. Para ser relevante é necessário ter massa critica. Mas a massa critica não se constrói à bruta. É preciso existir afinidade, proximidade, praticabilidade.

O mapa autárquico nacional é uma manta de retalhos, de freguesias, de concelhos. O país é pequeno, tão retalhado, fica ainda mais pequeno e não funciona.

Nos últimos anos é clara a tentativa de «quem manda nisto» em juntar os retalhos, mas, como quase sempre em Portugal, boas ideias morrem aos pés da execução! CIMPIN´s, CIMPIS, NUTS e outros quejandos, à mistura com regiões de turismo e associações disto e daquilo… muitos lugares e muitos custos.

Faça um teste: pergunte à pessoa que está ao seu lado se sabia que Oliveira do Hospital pertence ao Pinhal Interior Norte (chamam-lhe CIMPIN!!!) e que, entre outros, tem como par Alvaiázere, uma das Terras de Sicó?!!

Agora um teste ácido: o que é uma NUTS?

È melhor ajudar: Nomenclaturas e Unidades Territoriais, para fins estatísticos. E viva a criatividade…Senhores e Senhoras!

Não estamos a dizer que está tudo mal. Não estamos a dizer que não haja gente boa e competente envolvida nestas iniciativas. Estamos a dizer é que aos olhos do bom senso do cidadão comum, tudo isto parece confuso, inadequado e sem lógica. ...»

 

Na passada semana o Presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, foi eleito para Presidente da Direcção da CIM, sendo os lugares das duas vice-presidências ocupados pelo Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino e pelo Presidente da Câmara Municipal de Arganil, Ricardo Alves. Esta nova Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra abrange 19 concelhos, sendo a maior do país, a seguir ás áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa.

 

Assim CIM. E que a CIM valha a pena.

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 11 de Novembro de 2013, 18:30, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

 

 

 

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publicado às 23:28

TSF

Tubo de Ensaio

7 Novembro de 2013

Bruno Nogueira/João Quadros

 

A força da rádio num momento de humor indizível.

 

Ouvir aqui:

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=3519190

 

 

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publicado às 22:22

1 ano

03.11.13

 

O blog ca$h resto z€ro assinala hoje 1 ano de vida.

 

ca$h resto z€ro é:

uma marca de opinião com assinatura,

um olhar sobre a política, a economia e as pessoas,

ver, ouvir, dizer, escrever, partilhar, 

tudo por gosto, com gosto. Sem mais.

 

 

Tudo começou na rádio em 2011...

...o blog em 2012...

....hoje, em 2013, o facebook.

 

Obrigado.

 

(texto partilhado por José Manuel Conde em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 4 de Novembro de 2013, 18:30, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

 

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publicado às 18:48

Decisões para gerações...contra a Europa.

 

«Dados de agosto revelados por António Saraiva, presidente da CIP, num seminário da Aerlis, indicam que as taxas de juro médias das sociedades não financeiras em Portugal se situaram nos 6,4%.

A média europeia foi de 3%.

Os custos de contexto, a energia e as imposições fiscais continuam a ser um drama, sendo que o maior problema é o atraso de pagamentos.

O Estado é um mau exemplo com dívidas de 2600 milhões de euros aos fornecedores.

Estes são todos argumentos contra o crescimento do IDE em Portugal, contra o investimento de empresas em Portugal, contra o crescimento de empresas com dimensão no país.

E é aqui que se luta em termos de concorrência global, em termos de criação de mercado de trabalho e em termos de manutenção da independência do país.

Estes dados de fundo merecem a atenção dos poderes políticos do país, e não lutas mesquinhas de território eleitoral. Mas, efetivamente, ninguém quer saber dos verdadeiros temas que envolvem decisões para duas, três ou mais gerações.

Estamos no mundo do imediatismo, do efeito multiplicador irracional e dos números não justificáveis a prazo.

A União Europeia, por seu lado, não está muito melhor. Há dois ou três países em boas condições, mas a grande maioria tem problema de défice graves e saldo estruturais primários difíceis de gerir e ficam contentes com crescimentos de 0,1% ao trimestre!»

 

O texto que acima se publica foi escrito ontem, sexta-feira, 1 de Novembro, no Jornal Oje.

 

Com diferença de horas lia-se no Público

Álvaro Santos Pereira afirmou que “se não baixarmos impostos a economia portuguesa não tem futuro”. Numa intervenção durante a conferência Portugal em Exame em Lisboa, o ex-ministro da Economia defendeu que a redução da carga fiscal deve ser “a prioridade número um”.

“O crescimento económico nunca vai ser sustentável com esta carga fiscal. A fiscalidade está a asfixiar a e economia e as famílias portuguesas”, referiu na conferência organizada pela revista Exame, acrescentando que nos gabinetes do primeiro-ministro, ministro das Finanças e da Economia do Governo que sucedere ao actual executivo de Pedro Passos Coelho deve constar um cartaz com a seguinte frase:

“O mais importante é a baixa de impostos, estúpido”.

Álvaro Santos Pereira, que abandonou o Governo em Julho deste ano tendo sido substituído por António Pires de Lima, defendeu que “ter um IRC a 10% é imperativo” para que Portugal possa vender-se como “o destino mais competitivo da Europa” para o investimento directo estrangeiro.

Santos Pereira acredita que a harmonização fiscal na Europa é um mau princípio. “É uma ideia à União Soviética”, disse.

Para Santos Pereira, essa harmonização fará com que “os países fiquem sem qualquer instrumento de política económica para vencer as crises” que atravessam. “Se tivermos de ir contra a Europa, paciência”, concluiu.

 

Decisões para duas, três ou mais gerações...contra a Europa?

Como se faz? Em democracia ou em ditadura?

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publicado às 13:48


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