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Nunca um Homem juntou tanta gente: mais de 3 milhões de pessoas. A cidade é de Deus, o Homem é o Papa.

 

 

Brasil. Rio de Janeiro. Copacabana. Mar de gente.

 

 

O Poder e Francisco.

 

 

No auge do culto do individualismo, do prazer insaciável do consumo e do bem estar, eis um acontecimento que parece mostrar o mundo ao contrário.

 

 

 

 

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publicado às 13:05

( Um belo texto que não resisto em aqui partilhar. Um postal ilustrado do Julho político de 2013. Para memória futura.) 

Quer perceber o que se está a passar na política portuguesa? Ora, é fácil. É uma gaiola das malucas onde dois bêbados se encostam para não cair depois de andarem de mota no poço da morte.
Era dar-lhes um valente par de estalos. Enfim, um trambolho, é o que isto é. Uma coisa grotescómica. Palavra de jornalistas, políticos, comentadores, analistas e de uma série de personalidades com mais ou menos prestígio que vão escrevendo sobre a crise política que começou no dia 1 de Julho, com a demissão de Vítor Gaspar. Já bem depois da cena do palhaço. Quem diria? Pelos vistos, todos!

 

"Era uma metáfora!" Assunção Esteves bem tentava explicar-se ontem à noite, depois de ter feito uma citação, contra os manifestantes expulsos do Parlamento, de uma frase originalmente dita contra o regime nazi. "Não podemos deixar, como dizia a Simone de Beauvoir, que os nossos carrascos nos criem maus costumes". Uma metáfora. Uma metáfora? Mais uma plantada no jardim das figuras de estilo, que ganhou muitas flores desde que a crise política eclodiu. De "galinhas sem cabeça" a "bêbedos agarrados um contra o outro", diz-se e escreve-se de tudo. É a linguagem nesta crise. Ou é a linguagem desta crise. Lembra-se do palhaço? Não é preciso ir tão longe. A última semana e meia basta para estofar almofadas, umas fofas outras duras, de metáforas, imagens, metonímias, alegorias, perífrases e outras figuras de grande estilo.

 

"É como se dois suicidas se apaixonassem a meio da queda e acabassem por cair numa pilha de colchões", escreveu João Miguel Tavares, um dos cronistas que mais se esforçou na caracterização da crise política, "uma coisa tipo poço da morte, com os irmãos Pedro & Paulo em equilibrismos alucinados em cima de uma mota em alta velocidade". A imagem sugere alto risco. Mas também espectáculo e jogo, que habitam muitas figuras de estilo usadas por estes dias. Casino, poker, xadrez, roleta (e até roleta russa) são imagens repetidas para expressar o ambiente de negociação, de imprevisibilidade, de sorte e azar. Falando em motas: um partido numa coligação "não pode ser uma espécie de 'sidecar' sem travões nem guiador nem embraiagem", lembra Bagão Félix. Aceleremos.

 

Da condução, ou falta dela, escreveu ainda Fernanda Câncio, ao referir-se a um primeiro-ministro "decidido a, mesmo abandonado e traído pelo seu sagrado Gaspar, amarrar-se sozinho ao leme do barco para o levar". "Naufrágio" encontra-se aqui e ali, falando-se amiúde de "tempestade perfeita" (Manuela Ferreira Leite), imagem usada também por Pacheco Pereira: "Apesar de o Navio ser Fantasma, há uma regra básica que se aplica: os mortos não ressuscitam." Quem falou em mortos? Toda a gente. Num "ambiente digno de um funeral" (João Marcelino), "Cavaco passou a este Governo uma certidão de óbito" (Marina Costa Lobo) e agora "o Governo morreu" (Leonel Moura). Mas "o falecido Governo em funções só será enterrado em Junho de 2014. Entretanto fica insepulto a encher o país de moscas" (Sérgio Sousa Pinto). Pacheco Pereira parece concordar: "Podem vaguear pelas sombras do mundo, podem procurar um porto inexistente, podem assombrar os vivos. Mas o Governo está morto, mesmo que não esteja enterrado. Podem colocá-lo de pé com um andaime nas costas, injectá-lo com formol, pintá-lo com cera, empalhá-lo, mas morto está e vai continuar a estar."

 

Saiamos do mundo dos mortos para o mundo dos loucos. Sim, dos loucos, pois "afinal a loucura na governação preocupa e angustia", cofia Marques Mendes. Luís Reis cita "Uma Certa Quantidade", de Cesariny, a propósito do "poema surrealista encenado nos últimos dias no palco da política portuguesa". Ferreira Fernandes não sabe "como não aceitar as mais loucas bizarrias" no meio de uma "patética crise política" (Viriato Soromenho-Marques) protagonizada por "uns tristes malucos do riso" (Fernanda Câncio) num país "transformado num terreno baldio da Europa" (Pedro Norton) governado por "dois bêbados que se encostam um ao outro para não caírem" (José Miguel Júdice). O caso é imprevisível. Depois de o ministro Marques Guedes responder que só "os astros" sabem o que vai acontecer ao Governo, Carlos Fiolhais proclama que "a astrologia substituiu a politologia" e cita mesmo as cartas da Maya. Portugal é agora "a gaiola das malucas" (Miguel Alexandre Ganhão), onde há "seguidores desse grande maluco que era o Miguel Bombarda" (André Macedo). Um dia, Alexandre O'Neill perguntou: "Ó Portugal, se fosses só três sílabas", mas agora nada feito. O país é "um imenso bar de alterne", adita Miguel Ganhão, e "neste bordel quem manda é o cio do poder".

 

Da loucura para o caos. Luís Pedro Nunes parece inspirar-se no "Efeito Borboleta": Uma cuspidela leva Gaspar à demissão que leva Portas à demissão que leva os juros a disparar que leva à ingovernabilidade que leva a um segundo resgate que leva a mais austeridade que leva ao tipo que mandou a cuspidela a ficar mais à rasca no supermercado". Gaspar ainda é chamado de "narciso" por Pedro Norton, Maria Luís Albuquerque fica-se por ser chamada por Eduardo Cabrita de "Swap Harakiri Girl", mas ambos são apesar de tudo mais poupados que Paulo Portas. Com o futuro ex-ministro dos Negócios Estrangeiros é um vê se te avias: "um salta-pocinhas" (Mário Soares) "bailarino" (José Sócrates) que fez uma "uma pirueta demasiado arriscada" (Pedro Nuno Santos), "teve um chilique" (Rui Tavares) ou a quem deu "uma coisinha má" (Pedro Norton), mas que agora tem "os pés bem atascados no cimento da coligação" (Luís Rosa). Tudo isto depois de mil piadas com a palavra irrevogável e com o "Eu fico" que Paulo Portas usou numa campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa: "Eu fico… com tudo", escreveu Luís Menezes Leitão, sobre o que então parecia um reforço de poderes no Governo dado ao líder do CDS, como se fosse "uma espécie de caixa de areia com brinquedos só para ele" (Rui Tavares).

 

E assim chegamos à miudagem. "Parece uma brincadeira de garotos, de adolescentes, de pessoas que não têm sentido de Estado", disse Miguel Veiga. "Sinceramente, nunca esperei escrever isto - considerar os principais responsáveis do Governo um bando de garotos", concordou Henrique Monteiro. Alberto João Jardim aconselha a que os meninos "não brinquem às eleições" e António Capucho admoesta que "o ideal seria o Presidente da República pôr os meninos de castigo no Parlamento". Até porque, para Pedro Norton, "o Presidente está transformado no baby-sitter". Mas há outros curativos. José Manuel Fernandes esclarece que "a solução tradicional para meter as crianças na ordem - um par de estaladas -, perdoem-me os puristas, teria até a vantagem de aliviar a nossa fúria." Marcelo Rebelo de Sousa chegou às consequências: o Presidente deu mesmo "um estalo na classe política", embora Eduardo Oliveira e Silva ache que o murro foi "na mesa" e André Macedo prefira considerar o método de Cavaco como sendo "às três pancadas". "Tivesse o Governo nascido com mais gajos normais" e tudo teria sido diferente, suspira Pedro Norton. Mas Adelino Maltez considera que "o normal é haver anormais, porque governar é gerir crises."

 

Vasco Graça Moura diz que foi talvez do calor. Carlos Fiolhais não sabe "que raio de sol num destes dias de canícula bateu na moleirinha do ministro Paulo Portas". Ferreira Fernandes partilha a apreensão e a exposição solar: "calcule-se o efeito sobre a moleirinha de uma presidente de um parlamento". Sim, calcule-se... A verdade é que muitas destas figuras de estilo assentam na mediatização, na espectacularização da política, mesmo quando ela se revela uma "ópera-bufa" (Nuno Saraiva). João Quadros tem "inveja da malta do bigbrother que não sabe o que se passa". Fernando Sobral ri menos: "Nada justifica este espectáculo degradante a que assistimos e que está ao nível do "Big Brother" e do "Splash!". Este Governo é um espantalho que já nem move com o vento nem assusta pardais."

 

Metáforas bélicas (como "a bomba atómica ao retardador" que, segundo Pedro Silva Pereira, o Presidente), de folhetim, de saúde e da insanidade, mas também do casamento para explicar uma coligação em que há divórcio, união de facto, casamento por conveniência. "O novo Governo é um trambolho desprezível", sentencia Baptista Bastos. Eis "o maquiavelismo da retórica", avisa João Adelino Maltez. E quando já faltam palavras, não faltam palavras. Que as diga Rui Tavares: "Não há palavras já inventadas que descrevam esta nova situação: absurreal, alucinática, seria grotescómica se não fosse suicidente". Está tudo explicado.

 

Nota: As dezenas de citações usadas neste texto foram originalmente publicadas em diversas fontes: Público, DN, JN, CM, DE, Negócios, i, Visão, Expresso, Sábado, SIC Notícias, RTP, bem como blogues e as redes sociais Twitter e Facebook.

 

Pedro Santos Guerreiro

Jornal de Negócios - Weekend - 12 de Julho de 2013

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publicado às 23:12

Temos governo !?

24.07.13

Temos governo!

Fez bem Cavaco ao recuar e em deixar governar quem lá está até ao final da legislatura.

 

Temos governo?

Vamos esperar que sim, ainda que tantos dias pareça que não.

 

Temos governo!?

Parece que sim e ainda bem.

Mas custa ver Portas, depois do que fez, tomar conta disto...  

 

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 22 de Julho de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

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publicado às 12:14

21 dias de nada!

22.07.13

 

- Um dia um ministro demite-se e diz que falhou. (as demissões foram três, e à terceira foi de vez!)

 

- Outro dia e outro ministro demite-se irrevogavelmente. (o líder do segundo partido da coligação!)

 

- Um ministro(a) toma posse, na tarde do mesmo dia.

 

- O Primeiro-Ministro não se demite. Nem aceita a demissão do líder -agora menos- Popular. 

 

- As taxas de juro sobem.

 

- A maioria que governa faz as pazes e prepara um novo governo com velhos e novos ministros.

 

- As taxas de juro descem.

 

-O Presidente não aceita o novo governo, anuncia eleições antecipadas para daqui a um ano se for "assinado" um acordo a três (PSD, CDS-PP, PS) de salvação nacional.

 

- As taxas de juro sobem.

 

- Os três "assinaram" um desacordo de salvação de cada um deles.

 

- Cavaco, o Presidente, anuncia uma moção de confiança e diz que o governo continua. Tudo como dantes (?).

 

- As taxas de juro descem... e voltam a ser o que eram antes de Gaspar partir.

 

- E Portas volta a ser ministro. Sobe a vice.

 

Um País nada SeguroPassos de dúvida para que se abram Portas a melhores dias.

21 dias depois. 21 dias de nada.

 

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publicado às 23:03

Há um "outro mundo".

Um "outro mundo" de países onde falta tudo, sendo a falta de tudo o que existe para justificar uma pobreza indizível.

Não ter nada é o fracasso do passado, é o desespero do presente, é o desconfiar do futuro.

 

Portugal tem infraestruturas rodoviárias, educativas, desportivas, culturais, comerciais, etc..

Quando chegamos a "outro mundo" onde nada há, valorizamos o que aqui damos como adquirido. Ai se valorizamos.

Portugal tem tudo (ou quase), e ainda que sob uma tempestade financeira e económica, o tudo que tem ajuda a acreditar que o futuro será melhor.

 

(opinião emitida em directo de Cabo Verde (Praia) em ca$h resto z€ro/rádio, terça-feira, 16 de Julho de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

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publicado às 11:55

 

«Não posso interpretar Lincoln. Seria como interpretar Deus.»

Henry Fonda (1939)

 

«…tentar abordar a vida de um homem que se tornou um mito a tal ponto que é impossível uma aproximação suficiente para o representar devidamente. Não tinha a certeza de o conseguir.»

 

Daniel Day-Lewis (2013)

 

Lincoln. Só o nome é suficiente para nos fazer respirar fundo. E curva-nos.

O conhecimento da sua história de vida torna cruel qualquer comparação: parece impossível viver tanto, fazer tanto, ser tanto.

Nos dias que correm é bom escrever sobre um Homem assim. Sabe bem. Atira-nos para fora da mediocridade, da depressão. Mergulhar na vida de Lincoln leva-nos ao fundo da serenidade que se solta dos Homens superiores, e ganhamos tamanha determinação que é um desafio saber parar a caneta para não escrever muito. Sobre um homem grande, basta escrever pouco para dizer muito, para dizer tudo.   

Lincoln não foi Deus, aliás, nem sequer tinha religião.

Lincoln não é um Mito.

Lincoln foi “O Homem com qualidades”. Tão grandiosas e tão bem aplicadas ao serviço da humanidade, da prosperidade e do futuro, que esmagam tudo e nos esmagam a todos. Sim, talvez possa ser doloroso interpretar Lincoln, estudar Lincoln, escrever sobre Lincoln. Fica-se encostado à parede, e logo se agarra o conforto de lhe chamar «Deus» e, ou, «Mito».

Lincoln já foi interpretado no cinema e (d)escrito nos livros em múltiplos formatos e de todos os ângulos. A última moda é vê-lo como paradigma da nova liderança empresarial, qual CEO disruptivo. Outra forma de o olhar chegará brevemente. É assim há mais de 150 anos.  

Toda a vida de Lincoln é composta de desafios constantes, olhados de frente com determinação, mas sem espalhafatos nem comportamentos bipolares.  

Abraham Lincoln nasceu em 1809 e aos sete anos de idade, pobre, foi obrigado a deixar a casa de Kentucky – mudou, pela vida fora, várias vezes de casa. Aos nove anos de idade ficou sem a mãe. Mais tarde perdeu a sua irmã e muito mais tarde perdeu dois filhos.  

Aprendeu a ler e a escrever graças à bíblia. Foi o livro da sua infância e de todo o seu saber, onde terá desenvolvido o talento único em discursar, o que o tornou um dos homens mais citados de todos os tempos.

Tinha fama de preguiçoso e de pouco dado a aventuras de caça e de pesca, mas fez o caminho todo de baixo para cima. Foi balconista, carteiro e…deputado.

Estudou direito com livros emprestados e o seu sentido de humor tê-lo-á ajudado a brilhar nas várias sociedades de advogados em que participou.

Em 1846, Lincoln chegou à Camara de Representantes de Illinois. Não teve uma iniciação política prometedora. Não foi popular, fez oposição, desistiu e voltou… por causa da escravatura!

Perdeu eleições para o senado, mas estes combates políticos deram-lhe o estatuto de figura nacional.

Em1860, Lincoln tornou-se o 16º Presidente dos Estados Unidos, o 1º Republicano.

A sua escolha eleitoral provocou a guerra. Votaram nele os do norte, não votaram os do sul. É o presidente do maior e mais agitado momento da história Americana: a guerra civil, a guerra da secessão. Durou quatro anos e seiscentos mil mortos.

Em plena guerra, Lincoln, foi reeleito, em 1864.

Era autoconfiante, um líder, sábio e determinado negociador, magistral a gerir e a recrutar para junto de si pessoas melhores do que ele, ainda que sob os tiros da guerra.

Lincoln conseguia conquistar a opinião pública através da retórica e brilhantes discursos (o mais célebre terá sido o discurso de Gettysburg, em 1863) e tornou-se um símbolo icónico dos deveres da sua nação.

Assegurou a imortalidade em 1863 com a abolição da escravatura na emenda mais famosa da constituição dos Estados Unidos da América – a 13ª. A guerra acabou pouco depois.

Em 1865, um tiro na cabeça, diz-se que três dias antes adivinhado, fizeram de Lincoln o 1º presidente dos EUA a ser assassinado…e a tornar-se eterno.

Em 2013, Spielberg, num filme soberbo, volta a colocar Lincoln nas primeiras páginas como grande líder do teatro político. A obra do reputado cineasta foi aproveitada de forma despudorada pelos desqualificados que por aí proliferam, que logo deitaram as mãos às palavras proferidas por Thaddeus Stevens, no auge da batalha legislativa pelo direito dos negros: «A maior medida do século XIX foi aprovada através da corrupção, com a cumplicidade do mais puro homem da América.» Ora o filme retracta de forma exemplar a nobreza da política protagonizada por um homem que permaneceu firme e convicto do seu percurso moral e da sua decência, na luta pelos direitos civis e pela liberdade. «Ele nunca se desviou disso», disse Steven Spielberg no lançamento do filme nos Estados Unidos.    

Com a devida vénia a “O Homem sem Qualidades” de Robert Musil, podemos escrever que “O Homem com Qualidades” Abraham Lincoln não foi propriamente um ser humano: foi alguém com alma. Foi um homem com imaginação, alegre, superior, feliz, que não abdicou da sua riqueza interior e assim não desistiu da sua vocação essencialmente humana para superar os seus limites, não se resignando a uma carreira social determinada.

 

(publicado na revista Ipsis Verbis, nº 6, Personalidades, Maio de 2013 e que nos dias do Portugal presente, pode ajudar a perceber o real problema do país: faltam Homens  (e Mulheres) com Qualidades)  

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publicado às 23:49

 

Eventos e Festas? Sim.

Se for para atrair investimento.

Se for para atrair pessoas.

Se for para mostrar capacidade de fazer.

 

Eventos e Festas? Sim.

Se forem bem feitos, bem organizados e com bom senso.

Se forem ecléticos: da moda, ao desporto, da gastronomia, da economia e das empresas... até à música.

Se forem de dimensão qualitativa e mediática.

 

Eventos e Festas? Sim.

Se fizerem a vida das pessoas melhor.

Se fizerem de cada concelho, de cada região, uma promoção positiva e de valor acrescentado. 

Se fizerem parte da nobreza da política e deixarem a partidarite à parte.

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 8 de Julho de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

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publicado às 23:30

As Mulheres.

01.07.13

 

Mulheres.

Outra vez no topo da agenda mediática da política...local!

Cristina Oliveira, no "Pontal das beiras", iniciou verdadeiramente a campanha eleitoral autárquica...ao ataque!

Alexandrino terá ouvido as «dicas»? (ver video no site: www.radioboanova.com

 

Mulheres

Outra vez no topo da agenda mediática da política...nacional!

Maria Luís Albuquerque, fez swap da secretaria de estado do tesouro para...ministra das finanças!

Saíu Gaspar, gasto! (ser ministro das finanças quando não há dinheiro, mata qualquer um em pouco tempo...)

 

Ai as Mulheres, ai, ai...   

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, segunda-feira, 1 de Julho de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

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publicado às 22:39


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