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«Neo-Nazi»

30.04.13

Igualdade.

Para promover a Igualdade entre o homem e a mulher o Município de Oliveira do Hospital nomeou Teresa Serra como Comissária.

Escolha acertada, a de José Carlos Alexandrino, o Presidente. 

Teresa Serra é uma Senhora, com uma senhora vida como profissional, com dedicação aos que a rodeiam, uma mulher exemplar.

 

(De)Igualdade.

José carlos Alexandrino, o Presidente, chamou «Neo-Nazi» ao Presidente da concelhia do PSD Local, após este ter chamado «seres menores» aos membros do executivo municipal de Oliveira do Hospital. (ver video no site da Rádio Boa Nova)

Eu já estive em Auschwitz e só de ouvir o som da palavra «Nazi», arrepio-me.

Sabemos que a luta política local é sempre muito aguerrida...

Mas não é igual ser Presidente do Município ou ser Presidente de uma Comissão Política local!

E nada é igual ao Nazismo.

- Não devia ter respondido (assim), José Carlos Alexandrino.

 

(opinião emitida em ca$h resto z€ro/rádio, terça-feira, 30 de Abril de 2013, em Rádio Boa Nova FM 100.2 e radioboanova.com )

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publicado às 22:23

Portugal está velho.

Foi esta a última frase que escrevi nas notas que tirei de uma visita às nossas aldeias turísticas.

Por entre paisagens divinas, aldeias bonitas, cuidadas, arranjadinhas, mas onde habitam cada vez menos, e entre os poucos, (quase) não há jovens:

- As Aldeias do Xisto.

São 27, distribuídas pela região centro e…estão na moda!

O sítio na internet é muito bom, está ser desenvolvida uma rede de lojas ibérica, esta semana é feito o lançamento de uma nova revista, são inúmeros e diversificados os eventos, os caminhos do xisto são cada vez mais, incluindo a recente «rota imperial» entre Aldeia das Dez e Avô.

A promoção da ADXTUR é profissional:

«Na produção gastronómica, no artesanato, no alojamento e na animação cultural, as Aldeias do Xisto destacam-se pela apresentação de produtos, serviços e profissionais de excelência. Das coisas da terra fazem-se novos produtos. Um rio faz-se pista de canoagem. Uma floresta faz-se trilho para caminhadas. Uma tradição antiga transforma-se num evento cultural único. Há praias fluviais de água puríssima, monumentos, castelos e museus para ver. Dá gosto falar com as pessoas e partilhar as suas tradições, artes e histórias….»

Alto. Vamos parar aqui, no «Dá gosto falar com as pessoas…».

Pois dá, dá mesmo. Mas qualquer dia não dá, porque não há.

Não haverá lá pessoas. São muitas as casas vazias, abandonadas.

Os que ficaram, os que restam, estão velhos. São pessoas vestidas de preto, desenhadas pelas rugas vincadas de uma vida dura, de olhar cansado e resignado, encostadas ao xisto da sua solidão, à espera do dia do adeus. Em cada «boa tarde» dos visitantes suspiram. E às vezes sorriem, levemente.

Há uma tristeza de enternecer naquela gente, que sente ser o testemunho final do local onde fizeram toda a vida no cultivo dos campos agora abandonados e onde pariram os filhos que… foram morar longe, e esqueceram-se dali.

Os bancos públicos, os degraus da soleira da porta, são a freguesia onde poisam para, de forma sempre igual, consumir os dias devagar, bastas vezes em silêncio, aconchegados no corpo outrora vigoroso e que agora já pouco deixa fazer. E quando assim é, o que havia para fazer está feito. - Todos nós morremos um bocadinho antes do tempo, dizia o saudoso escritor Eduardo Prado Coelho.

Sem pessoas não restará nada.

Nestas Aldeias, tal como na vida, mais dia menos dia, (X)isto acaba mal.

 

(publicado no jornal Folha do Centro, terça-feira, 23 de Abril de 2013 ) 

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publicado às 23:03

SWAP? What?

 

Sei, por experiência vivida, o que é um swap.

O que é ganhar e perder com um swap.

Com que "armas" negoceiam os bancos para ter um cliente-swap.

O que custa cancelar um swap.

Como se comportam os bancos que fomentam o início do swap e que evitam o fim do swap.

Sei, por experiência vivida, e por minha conta e risco.

E é aqui que reside toda a diferença: quem suporta o risco, quem paga a conta.(?)

O que se está a passar em Portugal é inaceitável, indigno, absurdo.

Já lá vamos.

 

O que é um swap?

Um swap de taxas de juro é um contrato derivado que serve para cobrir o risco da variação das taxas.

Uma dívida, ligada à Euribor, pode usar um destes contratos para eliminar oscilações do valor dos juros a pagar.

Aconteça o que acontecer à Euribor, a empresa recebe o seu valor do banco,e paga a taxa fixa do swap.

Quando a Euribor sobe, paga-se menos, ganha-se.

Quando a Euribor desce, paga-se mais, perde-se.

Nestes casos estamos a falar de swaps simples (plain vanilla, como dizem os «especialistas»...)

Há, no entanto, outros contratos, mais espirituosos, mais exóticos, mais arriscados, mais especulativos (a dependerem, por exemplo, do preço do petróleo!!!).

São estes que estão neste momento em causa. 

 

Como é possível que "gestores" públicos do dinheiro dos outros, do nosso dinheiro, decidam assim pelo nosso risco por nossa conta?

 

Como é possível que alguém assine perdas potenciais de 3 mil milhões de euros em cerca de 50 contratos em seis empresas públicas, de 2003 a 2011?

 

Como é possível que "administradores", ora no governo, ora nas empresas públicas, façam "isto" e depois "disto" nada lhes aconteça?

 

E que dizer da "fina-flor" da banca internacional, grupo dos quais alguns nem aceitam negociar para mitigar perdas?

 

Incompetência? Só incompetência? A sério?

Irresponsabilidade? Só irresponsabilidade? A sério?

 

E se estes Senhores, deste e de outros governos, fossem todos embora e deixassem o país aos que acreditam, tém talento e querem e desejam o melhor para Portugal?

Não somos um excelente povo sempre mal governado.

Mas um somos um povo que em trinta anos de democracia faliu três vezes, sem um único culpado! 

 

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publicado às 20:59

2013: 25 de Abril de 1974 - 39 anos

 

Liberdade, liberdade

Abre as asas sobre nós

E que a voz da igualdade

Seja sempre a nossa voz

Liberdade, liberdade

Abre as asas sobre nós

E que a voz da igualdade

seja sempre a nossa voz

 

O que será o amanhã

Como vai ser o meu destino

Já desfolhei o mal-me-quer

Primeiro amor de um menino

E vai chegando o amanhecer

Leio a mensagem zodiacal

E o realejo diz

Que eu serei feliz

Sempre feliz

 

Como será o amanhã

Liberdade, liberdade

Responda quem puder

Abre as asas sobre nós

O que irá me acontecer

E que a voz da igualdade

O meu destino será Como Deus quiser

Seja sempre a nossa voz

 

A cigana leu o meu destino

Eu sonhei Bola de cristal

Jogo de búzios

Cartomante

Eu sempre perguntei

O que será o amanhã

Como vai ser o meu destino

Já desfolhei o mal-me-quer

Primeiro amor de um menino

E vai chegando o amanhecer

Leio a mensagem zodiacal

E o realejo diz

Que eu serei feliz

Sempre feliz

 

(Excerto da letra da música Liberdade, liberdade/O Amanhã de Simone Bittencourt De Oliveira, editada em 1990)

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publicado às 15:51

Amanhã, dia 23 de Abril, é o dia mundial do livro.

Hoje, aqui, é dia de pegar num livro. No dia antes do dia.

 

Ouvi falar nesta Senhora Escritora, Clarice Lispector, no «Livro do Dia» da TSF de Carlos Vaz Marques, quando da reedição do livro «Água Viva».

Era só mais um dos muitos, muitos, que a ignoravam em Portugal. Agora menos.

De «Água Viva» saltei para «Um Sopro de Vida (Pulsações)», livro de uma suprema originalidade, que nos incomoda, nos desafia, que nos puxa o tapete.

Ás vezes, aparece um livro, que nos faz um intervalo no consumo diário, e nos dá grandeza, ainda que por instantes - divinos instantes - para olhar...e ver! E o que sentimos melhora.

 

Algumas frases de um livro que está cheio de frases memoráveis:

 

«Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida. Viver é uma espécie de loucura que a morte faz.

...

O não sentido das coisas me faz ter um sorriso de complacência. De certo tudo deve estar sendo o que é.

Hoje está um dia de nada.

...

Eu sou o ponto antes do zero e do ponto final.

...

Eu sempre fui e imediatamente não era mais.

...

O corpo é a sombra da minha alma.

...

É que os infelizes se compensam.

...

O tempo não existe.

...

Eu cultivo um certo tédio. Degusto assim cada detestável minuto.

...

Na eternidade não existe o tempo.

...

Hoje é hoje.

...

Mas há o hábito e o hábito anestesia.

...

Serei capaz de abandonar nobremente?

...

Tenho medo de escrever. É tão perigoso.»

 

 

No ano em que passam 35 anos sobre a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A Hora da Estrela, integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal. Divulgar a obra de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira é um dos objetivos desta exposição que ocupará a Sala de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, entre 5 de abril e 23 de junho.

Com a curadoria de Julia Peregrino e Ferreira Gullar, a mostra já foi apresentada no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro, em Brasília e em Bogotá. Mais de 700 mil pessoas viram esta exposição que mostra textos, fac-símiles, fotografias, documentos pessoais, mas também recria ambientes e cenários que inspiravam a escritora.

Nascida na Ucrânia, em 1920, Clarice Lispector chegou ao Brasil com menos de dois anos. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro, em 1937, viveu em Alagoas e em Pernambuco. Passou muitos anos fora, acompanhando o marido diplomata, mas nunca se desligou do Brasil onde morreu em 1977. Perto do Coração Selvagem foi o primeiro dos seus 26 livros, hoje publicados em mais de 20 línguas."

 

Na semana passada foi editado o livro «A Descoberta do Mundo», crónicas da Escritora publicadas no Jornal do Brasil, numa edição da Relógio d´Água.

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publicado às 00:05

«EXITTALKS» - Conversas sobre exportações, decorrem hoje e amanhã (15 e 16 de Abril), sob a organização da Universidade de Aveiro e com o apoio da AICEP.

A conferência esgotou.

 

Tudo e todos em volta de uma provocação: Portugal tem saída?

 

Exportar é crescer, ser maior, chegar mais longe e assim mudar o país em vez de mudar de país.

Produtos e talentos «Made in Portugal», que precisam de voar mundo fora,

sair da casca,

sair do sofá,

...é a saída para a crise!

 

Falta apenas e só um pequeno detalhe:

- O crédito tem que voltar à economia.

Com o devido cuidado, temos que pedir à banca para voltar a conceder crédito a quem quer fazer, a quem acredita, a quem tem coragem para ir.

 

Sem crédito não há forma de mudar o país em vez de mudar de país.   

 

 

(opinião editada em ca$h resto z€ro/rádio em 100.2 FM e radioboanova.com, segunda-feira, 15 de Abril de 2013, 18:30)

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publicado às 23:20

Depois do mau tempo do chumbo do Tribunal Constitucional:

 

Fez bem o primeiro ministro ao não demitir-se, ao dizer que não aumenta mais os impostos, ao anunciar que é preciso reduzir a despesa.

 

Fez bem o ministro das finanças ao fazer um despacho que suspende a execução de qualquer compromisso de despesa e assim fazer stop ao adquirido, antes dos ajustamentos que somos obrigados a fazer.

 

Fez bem o Eurogrupo ao dar mais tempo a Portugal para pagar....

 

Fez bem Seguro ao deixar de falar de eleições.

 

Fez bem Relvas ao decidir ir embora. 

 

Fez bem a Troika ao ter decidido que vai regressar a Portugal.

 

Fez bem Morais Sarmento ao perguntar esta semana na Assembleia da República:

- Qual é a parte da frase «não há dinheiro» que não entende?

 

Como bem disse Hélia Correia, a vencedora do Correntes D´Escritas e autora da «Terceira Miséria»: «Não é época para poetas».

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publicado às 21:24

Que semana, a que passou!

O Sr. Relvas foi embora. Já não é ministro e, tudo indica, nem Dr..

Finalmente um boCrato de vergonha.

O Tribunal Constitucional, os Senhores Juízes, falaram e deitaram abaixo o orçamento em 1300 milhões de euros...

Finalmente a novela TC, para o bem e para o mal, acabou.

Nada arranhado pela Moçao de Censura do PS, mas zangado com os da Constituição, Passos falou ao país:

- Não se demite, nem aumenta mais impostos!

Que se lixem...a Troika, perdão, Todos, perdão, Tudo!!!!

No mesmo domingo à tarde, em Oliveira do Hospital, uma Senhora com camisola do partido do governo, o PSD, veio dizer ao mundo, que sim, que era verdade, que quer ser «a Presidenta» do Município Local.

Cristina Oliveira parte para o desafio de ficar na história pela vitória...ou pelo facto de ser a primeira mulher laranja a tentar tal desiderato no concelho do Cavaleiro.    

 

(opinião emirida em ca$h resto z€ro/rádio, em rádio boa nova FM 100.2 e radioboanova.com, segunda-feira, 8 de Abril de 2013, 18:30)

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publicado às 10:28

Tribunal Constitucional. E agora?

 

O Presidente da República enviou o orçamento para o Tribunal Constitucional.

O PS enviou o orçamento para o Tribunal Constitucional.

O Bloco de Esquerda, o PC e os Verdes enviaram o orçamento para o Tribunal Constitucional.

O Provedor de Justiça enviou o orçamento para o Tribunal Constitucional.

Os últimos três orçamentos foram todos enviados para o Tribunal Constitucional.

O Tribunal Constitucional é aquele que, em 2012, tomou uma original decisão de onde resultou uma (in)constitucionalidade datada: isto é, em 2012 fica assim, em 2013 é que não pode ser!!!!

O Tribunal Constitucional não é sujeito ao sufrágio directo e universal, isto é, não é sujeito a votos!

 

Até aqui este texto é cópia integral do texto publicado em 13 de janeiro de 2013.

Das Ilhas , ontem, chegou a necessidade de o actualizar.

O PS dos Açores também enviou o orçamento para o Tribunal Constitucional!!!!

 

Até aqui este texto é cópia integral do texto publicado em 25 de janeiro de 2013.

O Tribunal Constitucional, apesar da importância do tema, demora a tomar a decisão.

Estamos no final de Março. Do trimestre.

Na semana em que se anuncia que a decisão está próxima e que tende para a segunda insconstitucionalidade orçamental consecutiva e para a perda de milhões do lado da austeridade enTroikada, o que acontece?

Os Socialistas regressam à TV - com destaque para Jorge Coelho e Sócrates (um regresso que foi um estrondo!) - e ao Parlamento, com uma «Moção de Censura» a pedir eleições!!!!

Os Sociais Democratas ameaçam com a demissão, com um segundo resgate....

(do lado do CDS prefere-se "remodelação", mas sabe-se pouco, devido ao facto de Portas estar ocupado... em serviço externo!)

 

Até aqui este texto é cópia integral do texto publicado em 29 de março de 2013.

Mais de 3 meses depois!

Mais de três quartos de hora depois da hora anunciada...três quartos de hora antes! 

Na hora do pico de audiências...de sexta-feira à noite!

- Os juízes falaram.

O Tribunal Constitucional abriu mais um buraco superior a 1 300 milhões...

Segundo orçamento (mais ou menos) inconstitucional.

A nossa falência é muito para além da económica e financeira!

- Portugal vai-se desfazendo.

E não há túnel do Marão para fugir, ainda que o Sr. dos recebimentos de ontem seja o Sr. dos pagamentos de hoje...da obra parada.

 

Paramos? Ou fugimos? Ou mudamos de regime?

 

 

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publicado às 23:22

Vende-se II

05.04.13

Aluga-se. Arrenda-se. Vende-se. Arrenda-se. Vende-se. Aluga-se.

Oliveira do Hospital. Uma volta a pé com o moleskine no bolso.

A cidade do interior com os sinais do estado do resto do país. Casas que se fecharam para sempre. Lojas que fecharam. Lojas que nunca foram ocupadas. O Largo está quase sem negócios, sem nada.

Aluga-se. Arrenda-se. Vende-se. Tudo. De todos. Moradias, casas, apartamentos, lojas, quintas, cafés, restaurantes, carros….

Tudo a bom preço. A preço de saldo. Está assim o país: à venda e sem compradores. O dinheiro falta, escondeu-se, fugiu.

Folheei o moleskine, onde se guardava o apontamento em que as letras falavam do vazio da loja, cheio de papéis amarrotados e sujos. Entre os destroços podia-se ler: «Feliz Natal 2011». 

 

Este texto foi escrito no Natal.

Na páscoa, dei mais uma volta a pé.

Não escrevi novo texto.

O que vi já estava velho... e pior!!!

 

(opinião emitida em cash resto zero/rádio na rádio boa nova em 100.2 FM e radioboanova.com, na segunda-feira, 1 de Abril, 18:30 )

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publicado às 23:11

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